Isaias 65,17

“Porque, eis que eu crio novos céus e nova terra; e não haverá mais lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão”.

JESUS

Amar a Deus acima de todas as coisas e o próximo como a si mesmo

São Francisco de Assis

Altíssimo, onipotente e bom Senhor, a ti subam os louvores, a glória e a honra e todas as bênçãos! A ti somente, Altíssimo, eles são devidos, e nenhum homem é sequer digno de dizer teu nome. Louvado sejas, Senhor meu, junto com todas tuas criaturas, especialmente o senhor irmão sol, que é o dia e nos dá a luz em teu nome. Pois ele é belo e radioso com grande esplendor, e é teu símbolo, Altíssimo.

A felicidade não é deste mundo

Com efeito, nem a fortuna, nem o poder, nem mesmo a juventude em flor, são condições essenciais da felicidade.

S. JOÃO, cap. XIV, vv. 1 a 3.

Não se turbe o vosso coração. - Credes em Deus, crede também em mim. Há muitas moradas na casa de meu Pai; se assim não fosse, já eu vo-lo teria dito, pois me vou para vos preparar o lugar. - Depois que me tenha ido e que vos houver preparado o lugar, voltarei e vos retirarei para mim, a fim de que onde eu estiver, também vós aí estejais.

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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Outro Cometa


Astrônomos descobriram um Cometa o ISON (C/2012S1) que poderá se tornar o maior cometa já visto da Terra, ele está atualmente na constelação de Gêmeos, Castor e Pollux (referência). Com magnitude perto de 16, mas não se deixe enganar por isso. Esse cometa pode se tornar um dos maiores cometas em muitos anos. O ISON esta perto da órbita de Júpiter. Quanto estiver em direção ao sol nos próximos meses ele vai aquecer e revelar mais sobre suas verdadeiras características.

O cometa ISON foi descoberto em setembro, quando uma equipe de astrônomos russos avistou uma mancha tênue nas imediações do Gêmeos e a constelações de Câncer, e confirmado no ano passado pela  Nasa. É bem provável que tenha se soltado da nuvem de Oort. Cientistas dizem que ainda é cedo para determinar sua trajetória com exatidão.


Nota: A nuvem de Oort (figura abaixo) é uma enorme nuvem esférica de cometas e poeira que se estende a três anos-luz do Sol em todas as direções. A nuvem é esférica e não em forma de disco que a diferencia de outras coleções de detritos no sistema solar. A esfera é tão grande que sua borda é mais perto da nossa estrela mais próxima (Alpha Centauri) do que o próprio Sol.

Sua aproximação máxima do Sol ocorrerá no dia 29 de Novembro de 2013, com uma pequena margem de erro. Os cometas geralmente tornam-se brilhantes ao reagir com o calor do Sol como consequência, refletindo sua luz, isso acontece quando eles atingem uma distância de 2,5 unidades astronômicas (ua) aproximadamente 375.000.000 de quilômetros, isso vai ocorrer em agosto de 2013, quando poderá ser observado pelos astrônomos ou quem sabe até por você, caso tenha disponível um bom telescópio, mas a partir de outubro 2013 a janeiro de 2014 ele será visível no céu da Terra sem telescópios ou binóculos devido a sua cauda espetacular.

Os cientistas do espaço acreditam que o ISON vai realizar sua primeira viagem ao interior do Sistema Solar. Astrônomos descobriram também que o ISON poderá se tornar o maior cometa já visto da Terra.

O ISON vai passar bem perto do sol, enfrentando temperaturas de até 1,1 milhões de graus Celsius, isto é, vai passar de temperaturas de congelamento cósmico para incontáveis milhares de graus Celsius, um calor inacreditável. Talvez o núcleo do cometa não resista e se desintegre, mas isso ainda não é uma certeza.

Uma das primeiras grandes séries de observações do cometa ISON serão tomadas a partir da órbita em torno de Marte, o que nos dara uma visão do ISON de como ele se move em direção ao interior do sistema solar. O Mars Reconnaissance Orbiter, da Nasa (MRO), planeja tirar fotos de ISON  quando o cometa se aproximar do planeta vermelho em 01 de outubro. Além de MRO, Mars rovers Curiosidade, o Opportunity da NASA vai tentar tirar fotos de Comet ISON no céu em cima de Marte. Depois que o ISON passar por Marte, vai se aproximar de Mercúrio, o planeta mais interno do sistema solar. Lá, a sonda Mensageiro da NASA orbitando o planeta, fará observações do cometa.

Telescópios espaciais que se especializam em observar através de certos comprimentos de onda de luz cada um tem o seu papel especial a desempenhar nessa observação. O satélite Swift da NASA vai fotografar ISON, enquanto o Telescópio Espacial Spitzer vai observa-lo no comprimento de onda infravermelha e do Observatório Chandra vai fazer suas observações em raios-X. Dezenas de telescópios no solo também irão contribuir para observações do cometa ISON , incluindo o Observatório Lowell, o radiotelescópio de Arecibo, em Porto Rico, eo Submillimeter Array, no Havaí, entre outros.

E quando se aproximar do Sol, três observatórios solares entrarão nessa cobertura, O ISON fará a sua maior aproximação em 28 de novembro e o Solar Heliospheric Observatory (SOHO) da NASA, o STEREO (Observatório SOLAR de Relações Terrestres) e O SDO (Solar Dynamics Observatory), todos com a atenção voltadas para rastrear o chamado “cometa do século. 

Em 01 de outubro de 2013, o Mars rover Curiosity e Opportunity da NASA terão uma visão do ISON quando ele faz sua maior aproximação do planeta vermelho. No início e meados de novembro, o ISON será visível a olho nú. 


NASA: Sol faz parte de uma estrela binária e seu companheiro é chamado Nemesis (Death Star)

Especialistas acreditam que o Sol faz parte de uma estrela binária, e essa estrela, provavelmente, está relacionado com as extinções em massa periódicas de espécies terrestres. Os mesmos cientistas estão convencidos cada vez mais que o bombardeio, o aparecimento de novos cometas e asteroides que vagam no espaço dentro do nosso sistema solar, são movidos pela força gravitacional da Nemesis, ou Estrela da Morte.

As primeiras publicações desta estrela misteriosa apareceu no início dos anos 80, quando os paleontólogos de Chicago descobriram que a extinção em massa de organismos terrestres ocorrem a cada 25 mil anos, o que corresponde com a convergência do Sol com uma estrela dupla. A última vez que o Sol e a "Morte Negra" tem vindo ao encontro da Terra tem a extinção de todas as formas de vida.

Lembre-se que alguns membros da NASA e del'US Exército, como Pattie Brassard, têm afirmado publicamente que os cientistas militares e da NASA deve ser capaz de calcular o alinhamento posterior do segundo sol (Planet X), causando um forte terremoto, de modo que será capaz de perturbar Califórnia, com o risco de ele afundar no oceano.

"As coisas só vão piorar a partir de agora" - disse o ex-NASA especialista Pattie Brassard, "porque um segundo sol está chegando com seus sete planetas em órbita. Chamá-lo com o nome que você quiser (Planeta X, Nibiru, Hercólobus, absinto), é certo que ele nunca foi destinado a chegada. Segundo Sun é um décimo do tamanho do nosso Sol, mas um dos planetas em órbita, que traz com ele é quatro vezes maior do que Júpiter (Kachina azul fornecido pelos índios Hopi). De acordo com a Sra. Brassard, vemos que as coisas pioram consideravelmente a partir de agora. Os planetas têm órbitas que passam a perturbar a rotação da Terra, como a diminuição do campo magnético e, em novembro de 2013 será o pior momento. Hoje somos assitendo centenas de terremotos, inundações e meteoritos! As trilhas químicas (chemtrails) pulverizado por aviões comerciais e militares, principalmente no hemisfério norte, é uma tentativa desesperada para cobrir este "segundo sistema solar", o que fará (e já está fazendo) grandes problemas para o nosso planeta.


Fontes:
http://www.segnidalcielo.it
http://www.thrive.com.br/realidade/nasa-sol-faz-parte-de-uma-estrela-binaria-e-seu-companheiro-e-chamado-nemesis-death-star/
http://bussoladeplasma.wordpress.com/2013/08/22/cometa-ison-mais-perto/

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Cinturão de Fotóns

O nosso Sol é a oitava estrela da Constelação das PLEIÂDES (Também conhecida como Aglomerado Estelar M-45) - localizada a aproximadamente 28 graus da constelação de Touro - e leva 25.920 anos para completar uma órbita ao redor de Alcyone, movimento terrestre também conhecido como Precessão dos Equinócios (mudança do começo das estações a cada 2.160 anos, a partir de 2.013 a PRIMAVERA começa em 21 de AGOSTO para nós do hemisfério sul) . A divisão desta órbita por doze resulta em 2.160 anos, tempo de duração de cada era "astronômica" (Era de Peixes se iniciou em 148 a.C., a de Áries 2.308 a.C., etc.). 

Descobriu-se também que Alcyone , o Sol Central das Plêiades, tem à sua volta um gigantesco anel, ou disco de radiação, cuja fonte é o SOL (a divindade criadora do nosso universo local) CENTRAL da nossa própria galáxia, em posição transversal ao plano das órbitas de seus sistemas (incluindo o nosso), que foi chamado de Cinturão de Fótons. Um fóton consiste na decomposição ou divisão do elétron, sendo a mais ínfima partícula de energia eletromagnética, algo de que ainda temos pouco conhecimento científico na Terra. O nosso sistema solar orbita o Sol Central das Plêiades, Alcyone (estrela maior e mais brilhante na foto) dando uma volta completa (um ANO SOLAR) a cada 25.920 anos, sendo que a data de 21 de dezembro de 2012, FINAL do Calendário MAIA marca o final de um desses anos solares. 

Em astronomia também é conhecida como o Aglomerado estelar aberto M-45, as Sete Irmãs, a Constelação das Plêiades, com os sóis / estrelas principais de Alcyone, Maia, Electra, Taygeta, Atlas, Pleyone, Celaeno, Asterope e Merope. Detectado pela primeira vez em 1961, através de satélites, a descoberta do cinturão de fótons marca o início de uma expansão de consciência para a parcela da humanidade em evolução, para além da terceira dimensão. A ida do homem à Lua nos anos 60 simbolizou o início desta expansão, já que antes das viagens interplanetárias era impossível perceber o cinturão. A cada dez mil anos o Sistema Solar penetra por 2.160 anos no anel de fótons, ficando exposto à energia de Alcyone, carregada pela energia do sol central da galáxia.. A última vez que a Terra passou por ele foi durante a "Era de Leão", há cerca de doze mil anos. 

Na Era de Aquário, que está se iniciando, ficaremos outros 2.160 anos dentro deste disco de radiação. Então todas as moléculas e átomos de nosso planeta passam por uma transformação sob a influência dos fótons, precisando se readaptar a novos parâmetros. 

A excitação molecular cria um tipo de luz constante, permanente, que não é quente, uma luz sem temperatura, que não produz sombra ou escuridão. Talvez por isso os hinduístas chamem de "Era da Luz" os tempos que estão por vir. 

Desde Agosto de 1987, o Sistema Solar vem entrando gradativamente no cinturão de fótons e a partir de 1998 a sua metade já estará dentro dele, movimento que se completa em 21 de dezembro de 2012, quando então todo o sistema solar estará imerso no Cinturão de Fótons (Luz) durante os próximos 2.160 anos, dando inicio a uma nova Era de Luz.

 A Terra começou a penetrá-lo em 1987 e está gradativamente avançando, até 2.012, quando vai estar totalmente imersa em sua luz e sob o efeito de sua enorme energia. De acordo com a cosmologia maia e azteca e de outras culturas milenares, 2.012 também é o final de um ciclo de 104 mil anos, composto de quatro grandes ciclos maias e de quatro grandes eras astecas e também é um final de ciclo de 224 milhões de anos, em que toda a Galáxia em que residimos dá uma volta completa sobre seu próprio eixo, quando completa UM ANO GALÁCTICO. 

O ano de 2.012 encerra vários ciclos dentro de ciclos maiores, dentro de outros ciclos maiores, etc . . . Humbatz Men, autor indígena e um grande Xamã de origem maia, fala em "Los Calendários" sobre a vindoura "Idade da Luz". 

Bárbara Marciniak, autora de "Mensageiros do Amanhecer", da editora Ground and "Earth", da The Bear and Company e a astróloga Bárbara Hand Clow, que escreveu "A Agenda Pleiadiana", da editora Madras, receberam várias canalizações de seres das Plêiades a respeito dessa nova era que se inicia em nosso sistema solar com grandes mudanças ocorrendo em nosso planeta. 

Essas revelações falam sobre as transformações que estão ocorrendo em nosso planeta e nas preparações tanto física quanto psíquicas que precisamos nos submeter para realizarmos uma mudança dimensional. Segundo as canalizações, as respostas sobre a vida e a morte não estão mais sendo encontradas na terceira dimensão. Um novo campo de percepção está disponível para aqueles que aprenderem a ver as coisas além do mundo da forma. 

Desde o final da década de oitenta, na verdade DESDE AGOSTO DE 1987 quando a Terra começou a entrar no Cinturão de Fótons, estamos nos sintonizando com outras dimensões e nos preparando no nível de nossas almas para receber a radiação de Alcyone, estrela de quinta dimensão. Zona arquetípica de sentimentos e sonhos, onde é possível o contato com planos mais elevados, a quarta dimensão é atemporal, emocional e não física.

As idéias nela geradas influenciam e detonam os acontecimentos na terceira dimensão, plano da materialização, plano em que vivemos nos últimos 2.160 anos, durante a era de Peixes, que teve início em 148 a.C. e que termina em 21 de dezembro de 2012. 

Segundo as mensagens recebidas das Plêiades, a esfera da quarta dimensão é regida pelas energias planetárias de nosso sistema solar, daí um trânsito de Marte, por exemplo, causar sentimentos de poder e ira. Para realizar esta transição entre diferentes níveis dimensionais é necessária a expansão de nossa consciência, enquanto indivíduos e a nível coletivo, é preciso fazer uma limpeza, tanto no corpo físico como no emocional, e transmutar os elementais e miasmas da segunda dimensão agregados, em nossos corpos inferiores. 

Responsáveis pelas doenças em nosso organismo, os miasmas são compostos de energias astrais que carregam memórias genéticas e de vidas passadas, memórias de doenças que ficaram incrustadas e impregnadas devido a antibióticos, poluição, drogas, química ou radioatividade, sentimentos negativos como ódio, luxúria, orgulho, raiva, rancor, etc. 

Foto da galáxia de Andrômeda, nossa vizinha mais próxima e muito semelhante à Via Láctea, a nossa galáxia. O que mantém estes sistemas gigantes em coesão é a imensa energia (luz) que é irradiada do Sol Central (a divindade criadora de todo o sistema) visível no centro do gigantesco corpo galáctico de cerca de 400 bilhões de sóis / estrelas !. Segundo as canalizações, esses miasmas estão sendo intensamente purificados pelo Cinturão de Fótons. Os pensamentos negativos e os estados de turbulência emocional, como o da raiva, também geram miasmas, que provocam bloqueios energéticos em nosso organismo. Trabalhar o corpo emocional através de diversos métodos terapêuticos - psicológicos astrológicos ou corporais - ajuda a liberar as energias bloqueadas. As conexões interdimensionais são feitas através de ressonância simpática e para sobrevivermos na radiação fotônica temos que nos afinar com um novo campo vibratório que é o cinturão de fótons. 

Ter uma alimentação natural isenta de elementos químicos, viver junto à natureza, longe da poluição dos grande centros urbanos e da radioatividade, liberar as emoções bloqueadas e reprimidas, contribuem para uma transição mais pacífica. Ter boas intenções é essencial, assim como estar em estado de alerta para perceber as sincronicidades que se apresentam e captar os sinais vindos de outras esferas. 

Segundo a Agenda Pleiadiana, de Bárbara Hand Clow, o Cinturão de Fótons emana do Sol Central da Galáxia via Alcyone, o Sol Central das Plêiades, que se localiza eternamente dentro do Cinturão de Fótons, ativando sua luz espiralada por todo o quadrante de nossa galáxia ao qual o nosso sistema solar pertence. 

Nós somos os que podem se beneficiar mais com tudo isto. Todos nós, os seres encarnados na Terra estão passando por um processo de iniciação coletiva e como almas nós escolhemos estar aqui nessa difícil época de transição de nosso planeta, para aproveitarmos essa excepcional oportunidade de evolução que reverberará por todo o Universo. 

Os fótons funcionam como purificadores da Alma da raça humana e através de suas partículas de luz, às quais estamos cada vez mais expostos, dentro em breve estaremos imersos nesta "Era de Luz", depois de 11 mil anos dentro da Noite Galáctica ou Idade das Trevas, como os hindus se referiam a atual era do Kali Yuga, a idade do ferro. Como um sistema de reciclagem do Universo, o Cinturão de Fótons inicia a Era da Luz, finalizando um ciclo planetário de 432.000 anos conhecido como a Idade do Ferro (Kali Yuga) na cultura dos Vedas hindus. Cada partícula vai se alojando em todos os cantinhos de nosso planeta trazendo a consciência (Luz), a Verdade, a Integridade e o Amor Mútuo e incondicional pela vida. 

Cada um de nós tem um trabalho individual interior para desenvolver que após ser realizado definirá sua posição no trabalho de conscientização da humanidade. As almas cujos corpos não refinarem suas energias não conseguirão ficar encarnadas dentro da terceira dimensão, pois estamos indo para a quinta dimensão e enquanto a quarta dimensão estiver sendo atravessada o processo de limpeza individual e coletivo será muitíssimo acelerado para então ser completado. 

Este período é o que todos os profetas de todas as religiões viram acontecer, nesse final de ciclo disponível para toda a humanidade. Haverá a separação do joio e do trigo durante esse processo de limpeza. As almas que não conseguirem “superar-se a si mesmas” serão retiradas do planeta para recomeçarem sua história em outras esferas planetárias cujo nível de consciência esteja de acordo com a consciência desses indivíduos. 

E todos nós redescobriremos a nossa multidimensionalidade e ativaremos nossas capacidades adormecidas enquanto estávamos mergulhados dentro da Noite Galáctica. A inteligência (através daqueles que evoluírem para o novo patamar de consciência) desse momento evolutivo da Terra será catalisada para toda a Via Láctea. 

Todos estes acontecimentos foram registrados no Grande Calendário Maia, que tem 25.920 anos de duração e termina no solstício de verão, no dia 21 de dezembro de 2012 d.C., que marca a entrada definitiva da Terra dentro do Cinturão de Fótons pelos próximos 2.160 anos, será uma nova era profetizada há muito tempo e conhecida como a nova “Idade de Ouro”. 

Dezembro de 2012: Nasce uma nova era de Luz . . . Consciência é Luz, Luz é Informação, ignorância é escuridão. Na atualidade desvelam-se histórias e acumulam-se testemunhos que apontam os tempos de hoje como apocalípticos, isto é como tempos de revelação divina de coisas que até agora permaneciam secretamente afetos a profetas escolhidos e que escolheram estar com Deus. Hoje a aproximação das realidades Superiores constitui uma possibilidade para a nossa própria consciência e está ao alcance de todos QUE ASSIM O DESEJAREM. Foram idéias desafiadoras como as descritas anteriormente que me colocaram no trilho da descoberta de realidades que me fizeram viajar por novos conceitos e percepções, entre os quais, o cinturão de fótons. 

O cinturão de fótons trouxe-me a chave de múltiplas e fascinantes revelações uma vez que para discernir sobre o cinturão de Fótons foi preciso discorrer, entre muitos outros mistérios, sobre a espiral de Alcyone, as Plêiades, os Maias e o calendário Maia. Alcyone a estrela central das Plêiades, a progenitora de uma das inúmeras espirais estelares da Via Láctea, 

As Plêiades são um grupo de estrelas na constelação de Touro. São visíveis no hemisfério Norte e Sul e consistem em várias estrelas brilhantes e quentes que foram formadas ao mesmo tempo dentro de uma grande nuvem de gás e poeira interestelar. São ainda conhecidas como Aglomerado Estelar M45 e como “Subaru" no Japão e eram sagradas e conhecidas por todas as culturas antigas do planeta, até pelos índios do Brasil, os Tupinambásque às chamavam de Seichu. Na mitologia Grega as Plêiades eram identificadas como as filhas de Atlas que cansadas de serem perseguidas pelo caçador Órion, pediram a Júpiter para transformá-las numa constelação. 

O Cinturão de Fótons é um fenômeno astronômico. Percebido pela primeira vez em 1961, detectado através de satélites. A descoberta do Cinturão de Fótons marca o início da expansão da consciência além da terceira dimensão. A ida do homem à Lua nos anos sessenta simbolizou esta expansão, já que antes das viagens interplanetárias era impossível perceber o Cinturão. 

Sabia-se até então que a Terra move-se à volta do Sol com os outros planetas e luas, que estão todos a girar. Sabe-se agora que cada planeta tem quatro movimentos: 

1. o de rotação - em torno do próprio eixo 

2. o de translação - em torno do sol 

3. o de alinhamento do seu eixo com o eixo do sol ( de preferência tornando-se perfeitamente paralelo) 

4. o movimento cíclico de aproximação e de afastamento do núcleo da galáxia - neste último caso, o planeta simplesmente acompanha o movimento conjunto de todo o sistema solar que, de tempos em tempos, se acerca do seu Sol Central do seu local na galáxia - Alcyone. 

Se considerarmos somente o plano da elíptica, os três primeiros movimentos são percebidos. Se expandirmos a nossa mente para uma consciência galáctica, surge a compreensão desse movimento em espiral (ascensão) em direção a Alcyone. Assim teremos consciência de que: 

a) O sistema solar gira na espiral de Alcione, a estrela central da constelação das Plêiades. Um giro completo de todo o nosso sistema solar leva 25.920 anos. 

b) As Plêiades giram em espiral dentro da galáxia da Via Láctea ao redor do Grande Sol Centralda própria Galáxia . 

c) A Galáxia gira em seu próprio eixo. 

Acima: ANAHATA o quarto Chakra, no coração, a sede e local de residência da alma dentro do corpo humano, um Fóton de Luz que emana do criador e que esta alojado em uma câmara no interior de nosso coração físico: o nosso ser real. 

O Cinturão de Fótons no esquema destacado como banda de fótons é então o nome dado a um gigantesco anel de radiação que fica à volta de Alcyone e do qual é a fonte, localizado na Constelação das Plêiades, cuja origem vem do sol central da galáxia, em torno do qual orbitam o nosso sistema solar e todos os planetas que o acompanham. Este movimento do nosso sistema solar em sentido anti-horário ao redor de Alcyone, é um fenômeno cíclico e a cada onze mil anos o Sistema Solar penetra por 2.160 anos no anel de fótons, ficando mais próximo de Alcyone. Na Era de Aquário, que iniciou-se a partir de 22 de dezembro de 2.012, nós ficaremos outros 2.160 anos dentro deste disco de radiação. Para cada órbita completa em torno de Alcyone, o nosso sol, a lua e os planetas atuais mergulham por duas vezes nesse anel de micro partículas de radiação de Fótons ( luz ), uma vez para o norte e uma vez para o sul. (25.920 Anos) Durante esse período o nosso sistema solar passa onze mil anos na escuridão (noite galáctica) por 2.160 anos de Luz (= cinturão de fótons = informação de luz dimensões superiores = Era de luz.) .

Os corpos que viajam no cinturão de fótons tornam-se menos densos, mais multidimensionais, são menos matéria e mais energia. A aquisição da luz limpa os corpos emocionais e intensifica as vibrações do corpo físico. Os sentimentos nesse estado de vibração são impulsos de amor incondicional e não de emoções, o que leva a que todos os seres permaneçam dentro do seu centro. São de quinta dimensão. Já pelo contrário, na noite Galáctica os corpos tornam-se mais densos, materiais e emocionais o que gera experiências com base no carma e por isso em sentimentos duais e emocionalmente complexos. 

É de terceira dimensão tentar materializar idéias e sentimentos dos arquetípicos da quarta. Agora conforme o previsto no calendário maia estamos saindo da noite galáctica. Por isso quem acompanhar o processo vai ficar com corpos cada vez menos densos porque impulsionados pela crescente luz fotônica (transmutação e dissipação de miasmas e sistemas de crenças dos corpos emocionais).

Agora é tempo de compreender que os dilemas que nos dividem e dilaceram são de natureza perceptiva e que a nossa percepção tem vindo a ser manipulada por limitações que nos foram impostas e que aceitamos de bom grado durante os últimos milênios. 

Agora é tempo de desafiarmos as forças que têm controlado a nossa realidade nos transformando em atores ativos e atuando com a equipe dos administradores do mundo da Luz; de desafiarmos os nossos sistemas interiores de crenças em relação ás imagens que nos passaram dos falsos deuses; de recuperar a coragem e a memória, subir ao palco, cortar os véus, remover as máscaras e representar de acordo com o nosso próprio guia interior, a nossa própria divindade.

Fonte: