terça-feira, 30 de abril de 2013

Vai ai um asteroide?

Asteroides 

Os asteroides são corpos rochosos e metálicos que possuem órbita definida ao redor do Sol, fazendo parte dos corpos menores do sistema solar. Possui geralmente da ordem de algumas centenas de quilômetros apenas. É também chamado de planetoide. O termo "asteroide" deriva do grego "áster", estrela, e "oide", sufixo que denota semelhança. São semelhantes aos meteoros, porém em dimensões bem maiores, possuindo formas e tamanhos indefinidos. Já foram catalogados mais de 20 mil asteroides, sendo que diversos deles ainda não possuem dados orbitais calculados. São desconhecidos quase todos os de menor tamanho, os quais acredita-se que existam cerca de 1 milhão. Estima-se que mais de quatrocentos mil possuam diâmetro superior a um quilômetro. Se juntássemos a massa de todos os asteroides conhecidos, ela seria inferior à massa da Lua. 


Ceres era considerado o maior asteroide conhecido, possuindo diâmetro de aproximadamente 457 quilômetros, mas desde 24 de Agosto de 2006 passou a ser considerado um planeta anão. Possui brilho variável, o que é explicado pela sua forma irregular, que reflete como um espelho a luz do Sol em diversas direções. Os asteroides estão concentrados em uma órbita cuja distância média do Sol é de cerca de 2,1 a 3,2 unidades astronômicas, entre as órbitas de Marte e Júpiter. Esta região é conhecida como Cinturão de Asteroides. No entanto, dentro deste cinturão há diversas faixas que estão praticamente vazias (são as chamadas Lacunas de Kirkwood), que correspondem a zonas de ressonância onde a atração gravitacional de Júpiter impede a permanência de qualquer corpo celeste. Alguns asteroides, no entanto, descrevem órbitas muito excêntricas, aproximando-se periodicamente dos planetas Terra, Vênus e, provavelmente, Mercúrio. Os que podem chegar perto da Terra são chamados EGA (earth-grazers ou earth-grazing asteroids). Um deles é o famoso Eros. Os asteroides troianos constituem outros espécimes particulares de planetoides que orbitam fora do cinturão. 

Há muitas técnicas utilizadas para se estudar as características físicas dos asteroides: fotometria, espectrofotometria, polarimetria, radiometria no infravermelho etc. A superfície da maior parte deles é comparável à dos meteoritos carbônicos ou a dos meteoritos pétreos. 

De acordo com as teorias mais modernas, os asteroides seriam resultado das condensações da nebulosa solar original, mas que não conseguiram aglomerar toda a matéria em volta na forma de um planeta devido às perturbações gravitacionais provocadas pelo gigantesco planeta Júpiter. Outra teoria afirma que aí existia um planeta, mas que foi destroçado pela sua proximidade com Júpiter. Muito do conhecimento sobre asteroides vem do exame das rochas e dos fragmentos do espaço que caem na superfície da Terra, destes 92.8 porcento são compostos de silicato (pedra), e 5.7 porcento são compostos por ferro e níquel; o restante é uma mistura dos três materiais. Asteroides que estão numa rota de colisão com a Terra são chamados meteoroides. Quando um destes atinge a atmosfera em alta velocidade, a fricção provoca a incineração desta porção de matéria espacial, provocando um raio de luz conhecido por meteoro (também conhecido por estrelas cadentes). Se um meteoroide não arde completamente, o que resta atinge a superfície da Terra e é chamado um meteorito. Meteoritos de pedra são os mais difíceis de identificar porque parecem-se muito com rochas terrestres. 

Entre 208 e 144 milhões de anos atrás, os dinossauros habitaram a superfície terrestre e se tornaram um grupo dominante nos ambientes de terra firme. Muitos desses animais eram herbívoros, mas havia algumas espécies carnívoras que se alimentavam de anfíbios, insetos e até mesmo de outros dinossauros. No final do período Cretáceo ocorreu a extinção dos dinossauros e de diversas outras espécies de animais e plantas. Existem muitas teorias sobre essa extinção em massa de organismos vivos, e uma delas é a de que certos movimentos sofridos pelos continentes provocaram mudanças nas correntes marítimas e também no clima do planeta. Isso fez a temperatura baixar, o que causou invernos mais rigorosos, consequentemente levando ao desaparecimento dos seres vivos que habitavam a Terra. Outra teoria sobre a extinção dos dinossauros, e a que é mais aceita pela comunidade científica, é a de que um asteroide com aproximadamente 10 km de diâmetro tenha atingido a superfície da Terra, gerando uma explosão semelhante a 100 trilhões de toneladas de TNT. 


 Em 1990 essa teoria foi reforçada depois que um grupo de cientistas encontrou, no México, uma cratera com aproximadamente 180 km de diâmetro. Estudos geológicos realizados no local sugerem que essa colisão teria ocorrido há 65 milhões de anos, coincidindo com a época da extinção dos dinossauros. Outro fator muito importante e que dá grande apoio a essa teoria é a descoberta de uma grande concentração de irídio (mineral raro na Terra, mas muito encontrado em meteoritos) em rochas do período Cretáceo. Muitos estudos realizados sugerem que a extinção dos organismos vivos que habitavam a superfície terrestre não ocorreu pelo impacto do asteroide com a Terra e sim por consequência dos efeitos que esse impacto causou. Uma das consequências foi o incêndio de grandes áreas de floresta, que destruiu habitats, exterminando a base das cadeias alimentares, além de ter provocado uma grande poluição do ar. A fuligem e a poeira originadas do impacto do asteroide com a Terra cobriram todo o céu, impedindo que a luz solar chegasse à superfície, deixando a Terra fria e escura. Isso fez com que plantas fotossintetizantes morressem, fazendo com que cadeias alimentares inteiras entrassem em colapso, mesmo nas áreas que não foram atingidas pelos incêndios. Mesmo com o desaparecimento de inúmeras espécies, algumas formas de vida conseguiram sobreviver. Quando encontraram um ambiente com condições adequadas, começaram a se proliferar, originando novos habitats e consequentemente novos nichos ecológicos. 


Em 15 de fevereiro de 2013, um pequeno asteroide explodiu sobre Tcheliabinsk, na Rússia. O choque estilhaçou janelas e feriu cerca de 1.500 pessoas. No mesmo dia, o asteroide 2012 DA14 passou de raspão na Terra. Os políticos americanos ficaram preocupados e chamaram a Nasa para discutir novas estratégias de defesa contra ameaças vindas do céu. Durante a reunião da Nasa com os legisladores na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Bolden pediu que o governo financie programas capazes de detectar e desviar objetos próximos da Terra. Ao ser questionado sobre as providências caso um asteroide já esteja em curso de colisão, Bolden disse: “Se estiver chegando em 3 semanas, rezem”. A ideia da reunião sobre métodos de prevenção contra objetos vindo do céu veio dos próprios políticos, mas eles não gostaram muito do argumento de Bolden. Deputados governistas e da oposição, porém, apreciaram a ideia de injetar mais recursos para tentar evitar tragédias. Em 2005, a Nasa estipulou que identificaria 90% dos asteroides próximos da Terra com mais de 140 metros de diâmetro até 2020. Mas os cortes de verba fizeram com que a porcentagem só tenha chegado a 10% em 2013. Além disso, um sistema de detecção de asteroides capaz de identificar corpos pequenos é muito caro. O consultor científico da Casa Branca, John Holdren, disse que o financiamento anual dedicado ao catálogo de asteroides potencialmente perigosos subiu de US$ 5 milhões para mais de US$ 20 milhões nos últimos dois anos. Mesmo assim, a Nasa estima que o trabalho de identificação de objetos celestes próximos da Terra deve demorar até 2030 se o investimento não aumentar. 


Os cientistas ingleses afirmaram, em 24 de Julho de 2002, que um asteroide pode se chocar com a Terra em 2019. De acordo com os pesquisadores, o objeto batizado de 2002 NT7 tem 2 quilômetros de largura, e poderia devastar um continente com a força do impacto. Alguns outros cientistas acreditam que o objeto não deve atingir a Terra. O programa de Objetos Próximos à Terra da NASA atribuiu ao asteroide a classificação "1" na escala Torino de riscos de impacto, que corresponde a "episódios que merecem cuidadosa observação", mas não preocupação. 



Mas o que Nostradamus tem a ver com isso? Selecionamos duas profecias de Nostradamus que devem ser interpretadas: Nostradamus, Carta a Henrique II. 


"E a um eclipse do sol sucederá o mais escuro e o mais tenebroso verão que jamais existiu desde a criação até a paixão e morte de Jesus Cristo, e de lá até esse dia, e isto será no mês de outubro, quando uma grande translação se produzirá, de tal modo que julgarão a Terra fora da órbita e abismada em trevas eternas". 
Nostradamus, Centúria III, quadra 17. 

"Quando o sol ficar completamente eclipsado, passará em nosso céu um novo corpo celeste, "o monstro", que será visto em pleno dia; os astrônomos interpretarão os efeitos deste corpo de outro modo; por isso ninguém terá provisões, em face da penúria". 

Nostradamus fala de um eclipse antes do corpo celeste chegar a nossa órbita, e diz que os astrônomos interpretarão os efeitos de outra forma. Localizamos uma lista com os eclipses solares previstos para os próximos anos. 

23 de outubro de 2014 - PARCIAL - 77 segundos (máximo) como parcial pela tarde 21 de agosto de 2017 - TOTAL - 2 min. 40 seg. (máximo) como parcial ao meio dia. - E o total nos Estados Unidos. 2 de julho de 2019 - TOTAL - 4 min 32 seg. (máximo) como parcial ao meio dia. - E sua totalidade no mar 14 de outubro de 2023 - ANULAR - 5 min. 17 seg. como parcial pela manhã - ANULAR em USA, YUCATAN, CENTRO AMERICA, NORTE DE SUDAMERICA 

Em 2019 teremos um eclipse total do sol no dia 2 de julho. De acordo com os cientistas, o asteroide pode colidir com a Terra em Fevereiro de 2019. Mas devemos manter nossos olhos abertos, pois a centúria de Nostradamus diz que "os astrônomos interpretarão os efeitos deste corpo de outro modo". 

2012 DA14 é um típico asteroide próximo à Terra. Ele mede cerca de 50 metros de largura, nem muito grande nem muito pequeno, e é provavelmente feito de pedra,. Yeomans estima que um asteroide como 2012 DA14 tem passado em média, a cada 40 anos perto da Terra, mas, na verdade, atinge o nosso planeta apenas a cada 1.200 anos ou mais. O impacto de um asteroide de 50 metros não é cataclísmico - a menos que você seja debaixo dele. Yeomans aponta que um objeto de tamanho semelhante formou a cratera do meteoro milha de largura, no Arizona quando atingiu cerca de 50.000 anos atrás. "Esse asteroide era feito de ferro", diz ele, "o que tornou um projétil especialmente potente." Além disso, em 1908, algo sobre o tamanho de 2012 DA14 explodiu na atmosfera acima da Sibéria, nivelando a centenas de quilômetros quadrados de floresta. 

O asteroide 2012 DA14 foi descoberto no final de fevereiro de 2012 por astrônomos do Observatório de La Sagra, na Espanha e de acordo com os últimos cálculos se aproximou da Terra no dia 15 de fevereiro de 2013, quando fez um rasante a apenas 27 mil quilômetros do nosso planeta. Apesar de ser uma distância bem pequena as chances de impacto contra a Terra são desprezíveis, estimada em zero na Escala Torino, que vai até 10. No entanto, a aproximação estimada para fevereiro de 2040 será de apenas 448 km de altitude. Estima-se que 2012 DA14 tenha 57 metros de comprimento e uma massa de 120 mil toneladas. Se atingisse nossa atmosfera produziria um choque similar ao do impacto de Tunguska* , ocorrido no início do século 20 acima da Sibéria. 

O Evento de Tunguska foi uma queda de um objeto celeste que aconteceu em uma região da Sibéria próxima ao rio Podkamennaya Tunguska em 30 de junho de 1908. A queda provocou uma grande explosão, devastando uma área de milhares de quilômetros quadrados Publicado em: 29 de janeiro de 2013 às 11:21 

O que diz a Bíblia Sagrada:

"O terceiro anjo tocou a trombeta. Caiu então do céu um astro enorme, ardendo como um facho. Precipitou-se sobre a terça parte dos rios e nas fontes de água. O nome do astro é Absinto. E se converteu em absinto a terça parte das águas. Muitos homens morreram das águas que se tornaram amargas. O quarto anjo tocou a trombeta. Foi ferida então a terça parte do sol, da lua e das estrelas, de sorte que escureceram em um terço. O dia e a noite perderam uma terça parte de seu brilho. O quinto anjo tocou a trombeta. Vi uma estrela que caíra do céu sobre a terra. Foi-lhe dada a chave do poço do abismo. Abriu o poço e do poço subiu uma fumaça como a fumaça de um grande forno. O sol e o ar escureceram por causa da fumaça do poço."

 (Livro do Apocalipse – São João).

 “E sobre os homens caiu do céu uma grande saraivada, pedras quase do peso de um talento”

 Ap16.21pp. 


As visitas de gigantes espaciais à Terra transformaram nosso planeta. Dois exemplos de consequências de impactos são a formação da Lua e o extermínio dos dinossauros. Acredita-se que nosso satélite natural tenha sido originado a partir da colisão de um asteroide do tamanho de Marte com uma "Proto terra", há 4 bilhões de anos. Outro asteroide famoso é o que dizimou os dinossauros há 65 milhões de anos. Com 10 quilômetros de diâmetro, o impacto originou a Cratera de Chicxulub, a terceira maior do mundo, com 180 quilômetros de diâmetro. Estima-se que as maiores crateras, Domo de Vredefort (300 quilômetros de diâmetro), na África, e Sudbury (250 quilômetros), no Canadá, também tenham sido originadas por um asteroide com cerca de 10 quilômetros de diâmetro. 

Mas objetos ainda maiores podem ter entrado na rota terrestre. Crateras ainda não confirmadas na Groenlândia (100 quilômetros de largura, que podem ter chegado a 600 quilômetros) e na Terra de Wilkes (480 quilômetros de diâmetro), na Antártida, podem ser resultado do impacto de corpos celestes de 30 quilômetros de diâmetro e 45 quilômetros, respectivamente. “O tamanho da cratera está relacionado fisicamente com o tamanho do asteroide que causou o impacto”, afirma Denton Ebel, chefe da Divisão de Ciências Físicas e curador do Departamento de Ciências Planetárias do Museu Americano de História Natural. 

Mesmo assim, é difícil saber com certeza quais foram os maiores asteroides a impactarem a Terra. De acordo com Ebel, a crosta oceânica mais antiga tem apenas 250 milhões de anos, e os maiores impactos em continentes possuem mais de 250 milhões de anos. “Nós só podemos ter certeza dos maiores impactos nos continentes, mas não nos oceanos”. Daniela Lazzaro, astrônoma pesquisadora do Observatório Nacional (ON), explica que, nas primeiras fases da formação do Sistema Solar e da Terra, houve muitos impactos que acabaram formando os planetas, e essa fase durou milhares de anos. 

Segundo Jorge Ricardo Ducati, doutor em Astrofísica e professor do Departamento de Astronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a taxa de colisões foi muito alta no período inicial do Sistema Solar, pois havia muito material no meio interplanetário. “A Terra tem sido bombardeada por corpos celestes (asteroides, cometas, meteoritos) de tamanhos variados, desde poucos metros até dezenas de quilômetros de diâmetro, desde a sua formação”, explica Alvaro P. Crósta, professor do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). O geólogo argumenta que a maioria das crateras formadas por essas colisões não sobreviveu, devido à dinâmica geológica da Terra, muito intensa. Assim, apenas as crateras mais novas encontram-se parcial ou totalmente preservadas. 

Teoricamente, um corpo celeste pode colidir com a Terra em qualquer local ou região. No entanto, lembra Crósta, em grandes planícies desérticas, como em Austrália, Rússia, Canadá, África e Estados Unidos, há uma quantidade maior de crateras. De acordo com Fernando Roig, doutor em astronomia e pesquisador do Observatório Nacional (ON) especialista em asteroides, o que acontece é que, nessas regiões, as crateras ficam mais preservadas do que em outras, em função dos diversos processos de erosão que ocorrem na superfície da Terra. “As crateras conhecidas se concentram em algumas áreas onde as rochas são antigas o suficiente para preservá-las, e são raras em regiões de rochas mais jovens, como o piso do oceano”, justifica o geólogo Jay Melosh, professor na Universidade Purdue (EUA). Daniela aponta ainda outro fator: “Nas regiões pouco povoadas e desérticas, as crateras são mais facilmente reconhecíveis. Em regiões com densa vegetação, como a Amazônia, por exemplo, as crateras são mais difíceis de serem identificadas”. 


De acordo com dados mantidos sobre crateras no mundo, a América do Sul tem menos registros de crateras do que os continentes do norte. Crósta explica que as idades da maioria das crateras brasileiras ainda não está definida. A única que conta com determinação precisa é o Domo de Araguainha (GO-MT), com 245 milhões de anos, entre o Permiano e o Triássico. Com 40 quilômetros de diâmetro, é a maior cratera da América do Sul e a 16ª maior do mundo. Outra cratera conhecida no Brasil, também do Triássico, é a da Serra da Cangalha, no Tocantins, com 12 quilômetros de diâmetro. Mesmo que o registro destas crateras date de milhões de anos atrás, isso não significa que um corpo celeste não possa cair no Brasil, ou em qualquer região, nos próximos anos. 

Se as estatísticas se confirmarem, vai demorar até que um asteroide como o que vitimou os dinossauros coloque em risco a nossa espécie. De acordo com Daniela, estima-se que um asteroide de 10 quilômetros de diâmetro deva colidir com a Terra a cada 100 milhões de anos; de 100 metros, a cada 10 mil anos; de 1 metro, a cada ano; e de 1 milímetro, a cada segundo. 

Alguma coisa está acontecendo em nosso sistema solar e afetando nosso planeta. Nunca se viu tantos meteoros e meteoritos na nossa historia como nos últimos três anos, mais especificamente entre os anos de 2011 a 2013. Podemos supor, como varias opiniões encontradas na internet, que hoje dispomos de um sistema de comunicação mais avançado,  o que propicia maior divulgação deste fenômenos. Porém não percebemos que a internet já existe ha mais de 10 anos, assim como os aparelhos celulares com as mídias que conhecemos e mesmo assim não havia tantos registros de aparições de meteoros como agora. 

O que mais me assusta é como tudo está acontecendo. Nada é divulgado pelas mídias tradicionais, governos e principalmente pelos astrônomos. Outros meteoros caíram em outras partes do mundo como Argentina, Estados Unidos, Japão e outros locais. E quanto aos cometas o Lemmon e Panstarrs que estavam visíveis no céu e ninguém disse nada? Não  houve nenhuma reportagem sobre o assunto. 




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